Óleo de Prímula: Anti-inflamatório do Futuro

Nesta última semana, no 6º Congresso Internacional da Academia Brasileira de Medicina Regenerativa e Anti-Aging, algumas novidades foram no mínimo esclarecedoras e uma delas foi a salvação do ômega 3 pelo óleo de prímula. Desde 2010, pelo menos 4 estudos bem conduzidos, vêm apontando efeitos negativos do queridinho da saúde o OMEGA 3, no passado ele foi tão aclamado pelos seus efeitos bioquímicos e nos últimos 3 anos, parece que o encanto acabou!

Não se preocupe, se você é Be Light já sabe que estamos à frente desta historia, pois bem, todos os trabalhos realizados de forma coerente, com boa metodologia e um número relevante de resultados positivos, neste caso relacionado ao efeito negativo do ômega 3, apontaram a necessidade da conversão mais assertiva do ômega 3 na forma de EPA (Eicosapentaenoico) e DHA (docosaexaenoicos), metabolitos do ômega 3, que têm a função de reverter ou minimizar processos inflamatórios, e todas as patologias associadas a estes processos.

O óleo de prímula foi apontado como o melhor estabilizador destes processos, e na verdade ele já era um velho conhecido por potencializar os efeitos do ômega 3 em patologias como artrite reumatoide, lúpus e gota. A grande novidade agora é que para cada grama de ômega 3 consumida, devemos administrar o óleo de prímula em dobro, ou seja, 2 gramas de óleo de prímula para 1 grama de ômega 3.
Você pode encontrar o óleo de prímula em capsulas de 500 mg ou conversar com seu nutricionista Be Light e usar o creme de Omegas, que tal? Novos conhecimentos e novas experiências podem te ajudar a ser saudável sem muita complicação!

Dra. Patrícia Alves Soares
Especialista em Nutrição Biomolecular
Especialista em Nutracêuticos
Especialista em Oxidologia